Divulgando | Documentário ‘Guiné-Bissau: Da Memória ao Futuro’

“Vimos por este meio comunicar que o documentário Guiné-Bissau: Da Memória ao Futuro, realizado por Diana Andringa, foi disponibilizado na plataforma YouTube (link abaixo). Exibido pela primeira vez, na RTP África, no passado dia 24 de setembro é agora possível também assistir ao filme com legendas integrais em Português ou Inglês, acionando para o efeito as devidas definições na plataforma.

Guiné

https://www.youtube.com/channel/UCwXEZdgFVGP8zvty8ArWj_g

Guiné-Bissau: Da Memória ao Futuro é testemunha das esperanças e dos bloqueios que foram construindo o país durante mais de quatro décadas.

Filmado integralmente na Guiné-Bissau, em setembro de 2018, quando se celebravam os 45 anos da independência, o documentário regista os testemunhos de um conjunto de académicos de várias nacionalidades, membros da sociedade civil guineense, artistas e combatentes da luta de libertação nacional que refletem e debatem as memórias e os legados desse passado.

Guiné-Bissau: Da Memória ao Futuro percorre uma ampla viagem reflexiva sobre a imaginação e a construção da Guiné independente, mostrando-nos, também, como a memória pode servir de instrumento à geração do presente para a construção do futuro.

Realizado por Diana Andringa, com guião da realizadora e de Miguel Cardina, o filme foi produzido pela Garden Films e pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, através do projeto CROME – Memórias Cruzadas, Políticas do Silêncio. As Guerras Coloniais e de Libertação em Tempos Pós-coloniais, e contou com apoio financeiro do ICA / Ministério da Cultura de Portugal.

Em nome de toda a equipa que produziu o documentário, convidamo-lo a assistir, caso ainda não tenha tido oportunidade de o fazer, e agradecemos, mais uma vez, a sua disponibilidade e contribuição para este projeto, sem a qual não teria possível realizar este filme.

Agradecemos ainda a colaboração que nos possa prestar na divulgação do mesmo”.

Com os melhores cumprimentos,

Garden Films

Divulgando | Inscrições para preenchimento de vaga para professor Adjunto A (História da África) – UFBA

UFBA

Prezadas/os,

Entre 02/01/2020 a 10/02/2020, estarão abertas as inscrições do concurso para o preenchimento de 1 (uma) vaga para professor Adjunto A (História da África), Regime de Trabalho DE. O Edital 03/2019 e o DOU já estão disponíveis no site: https://concursos.ufba.br/editais-docentes-2019-3. Todas as dúvidas dos(as) candidatos(as), devidamente fundamentadas conforme o referido edital, deverão ser encaminhadas à Direção da FFCH (ffch@ufba.br).

Chamada para comunicações | 11º Congresso Ibérico de Estudos Africanos – CIEA11

11 congresso

O 11º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA11) vai realizar-se em Lisboa, nos dias 2 a 4 de julho de 2020, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O CIEA11 será organizado pelo Centro de História da Universidade de Lisboa (CH-ULisboa).
Desde 1991 e ao longo de dez edições, o Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA) constituiu-se como um espaço singular de encontro, partilha e questionamento sobre a produção académica ibérica e internacional no domínio dos Estudos Africanos. O CIEA10 realizou-se em Granada, em janeiro de 2018, e foi organizado pelo AFRICAInEs: Investigación y Estudios Aplicados al Desarollo, Universidade de Granada.
O 11º CIEA adota como lema: Trânsitos Africanos no Mundo Global: História e Memórias, Heranças e Inovações.

Para maiores informações, acesse: https://ciea11.pt/

 

Divulgando | Médicas-sacerdotisas – Religiosidades ancestrais e contestação ao sul de Moçambique (C.1927-1988) | Jacimara Souza Santana

“Livro destaca o papel das tinyanga em defesa de seu legado cultural e na assistência de saúde física, espiritual e afetiva de moçambicanos.

Capa_O direito dos escravos.cdr

‘Médicas-sacerdotisas é o título que acabou sendo dado ao livro de Jacimara Souza Santana, segundo ela, por despertar facilmente a compreensão de que grupo social está tratando: pessoas que prestam assistência de saúde e ao mesmo tempo sacerdotal, muito embora sua atuação envolva outras ações de ordem social, jurídica, política e mesmo econômica. ‘São lideranças de associações religiosas ancestrais, cuja formação oral é passada de geração a geração. Pessoas que possuem o conhecimento da fitoterapia, visão de fatos passados ou futuros da vida, que intermediam a comunicação entre o mundo dos vivos e dos mortos, enfim, que promovem o bem-estar dos indivíduos. Na língua banto, o Changana, de franco uso entre os povos do sul de Moçambique, essas pessoas são conhecidas por tinyanga (no plural) e nyanga (singular) – termos que incluem tanto mulheres quanto homens’, explica a autora da obra lançada dentro da coleção Várias Histórias, publicada pelo Centro de Pesquisa em História Social da Cultura (Cecult) em parceria com a Editora da Unicamp.

Médicas-sacerdotisas: religiosidades ancestrais e contestação ao sul de Moçambique (c. 1927-1988) é fruto da tese de doutorado em história defendida por Jacimara Santana e orientada pelo professor Robert Slenes, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Atualmente, ela é professora de história da África na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e presidenta eleita em 2018 da Associação Brasileira de Estudos Africanos no Brasil (ABE-África). ‘Para entender melhor, no contexto brasileiro, podemos comparar nyanga ao vulgo mães ou pais de santo – que na religião são conhecidos por mametogayaku,  yalorixásbabalorixás ou tatas. A palavra africana nyanga – e seus equivalentes nganga ou nhãnga – atravessou o Atlântico e o Índico junto com as populações negras migradas forçosamente na condição de escravos'”.

Veja a matéria completa em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/04/01/medicas-sacerdotisas-gestoras-dos-momentos-caoticos-da-vida

Divulgando | UFPE abre seleção para compor a Comissão de Heteroidentificação

fotcomissao03.12.19

 

A Universidade Federal de Pernambuco abriu desde o dia 04 deste mês as inscrições para quem tiver interesse de participar da Comissão de Heteroidentificação, instância que atua na validação da autodeclaração prestada por candidatos inscritos no sistema de cotas para pretos e pardos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), processos seletivos e concursos públicos da UFPE. As inscrições, que devem ser feitas em formulário on-line, prosseguem até segunda-feira (9). O edital está disponível no Boletim Oficial Oficial n. 35, do dia 3 de dezembro deste ano.

Para participar da comissão, a pessoa deve ser membro da comunidade universitária da UFPE – servidores (docentes e técnicos) em atividade ou aposentados, bem como estudantes regularmente matriculados, maiores de 18 anos -, além de ter experiência comprovada na temática da promoção da igualdade racial e do enfrentamento ao racismo, mediante participação em grupos de pesquisa, movimento sociais negros, coletivos ou outras instâncias congêneres dedicados às relações étnico-raciais; ou em seminário, oficina ou curso sobre a temática étnico-racial. Também podem se candidatar pessoas vinculadas a grupos de pesquisa, movimentos sociais negros, coletivos ou outras instâncias congêneres dedicadas às relações étnico-raciais.

Quem não dispuser de acesso à internet, a Biblioteca Central da UFPE disponibilizará computadores para que seja efetuada a inscrição até segunda-feira (9), no horário das 8h às 21h (exceto sábado e domingo). A análise das propostas será feita nos dias 10 e 11 deste mês, com o resultado sendo divulgado no dia 12 deste mês.

Para atuar na comissão, é necessário ter disponibilidade para participar da Oficina de Formação para a atuação nas Comissões de Heteroidentificação no período de 17 a 19 deste mês. Os participantes receberão ajuda de custo.

 

Esclarecimentos adicionais, como documentação necessária à inscrição, critérios para análise e julgamento das inscrições, entre outros, devem ser dirimidas no edital ou poderão ser demandados pelo e-mail heteroidentificacao.ufpe@gmail.com.

https://www.ufpe.br/agencia/noticias/-/asset_publisher/VQX2pzmP0mP4/content/ufpe-abre-selecao-para-compor-a-comissao-de-heteroidentificacao/40615

Divulgando | Repositórios Institucionais de Universidades de Países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

unilab-universidade-da-integracao-internacional-da-lusofonia-afro-brasileira

A Biblioteca da Unilab acabou de divulgar a seguinte lista de repositórios universitários da CPLP. Este Repositório  tem como propósito reunir, armazenar, organizar, recuperar, preservar e disseminar a produção científica e intelectual das comunidades universitárias (docentes, pesquisadores, técnicos e alunos de graduação e pós graduação stricto e lato sensu) através da web, em regime de acesso livre.

Angola

Universidade Agostinho Neto (UAN) – https://www.uan.ao/

Universidade Mandume ya Ndemufayo (UMN) – https://umn.ed.ao/umn/

Cabo Verde

Universidade de Cabo Verde (UNICV) – http://rdigital.unicv.edu.cv/

Guiné-Bissau

Universidade Jean Piaget da guiné-Bissau – http://guine-bissau.unipiaget.org/index.html

Guiné Equatorial

Universidad Nacional de Guinea Ecuatorial (UNGE) – http://unge.education/main/

Moçambique

Universidade Eduardo Mondlane (UEM) – http://www.repositorio.uem.mz/

Universidade Católica de Moçambique (UMC) – http://repositorio.ucm.ac.mz/

Portugal

Universidade do Porto – https://repositorio-aberto.up.pt/

Universidade de Lisboa – https://repositorio.ul.pt/

Universidade Nova de Lisboa – https://run.unl.pt/

Universidade de Coimbra – https://estudogeral.sib.uc.pt/

Universidade de Aveiro – https://ria.ua.pt/?locale=pt

São Tomé e Príncipe

Universidade de São Tomé e Príncipe – https://ustp.st/index.php

Timor-Leste

Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) http://www.untl.edu.tl/