Divulgando | 3ª Edição do Programa Prosseguir do CEERT – Divulgação

“O Programa Prosseguir tem como finalidade evidenciar futuras lideranças negras que estão nas universidades públicas e privadas, por meio de estratégias de fortalecimento e permanência acadêmica até a conclusão exitosa da graduação, além de estabelecer diálogos e pontes com o mercado de trabalho.

São 60 bolsas de estudos para universitários negros nas regiões metropolitanas de São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, no valor de R$600,00. Além da bolsa, o estudante participará de programa de fortalecimento de liderança e preparação para o mercado de trabalho, além de diálogos sobre equidade racial no trabalho e curso de inglês. As atividades da terceira edição do Programa Prosseguir ocorrerão entre os meses de fevereiro e dezembro de 2021.

O programa focaliza não só a transformação da vida dos participantes, como também sinaliza para a sociedade a importância de políticas públicas e institucionais de equidade racial e diversidade.”

As inscrições estão abertas até 06/12/2020 e podem ser realizadas no site https://prosseguir3e.ceert.org.br/

Divulgando | Prospecta UFPE – O Futuro da Consciência Negra e a Importância de uma Cátedra Frantz Fanon na UFPE

“O Prospecta UFPE do Instituto Futuro tem a missão de discutir e divulgar o que pensa a UFPE em relação a assuntos, temas, problemas fundamentais à existência humana, buscado fazer dialogar as ciências e as humanidades, diálogo que é raro ainda hoje no mundo acadêmico, na sociedade em geral. Em função dessa nossa responsabilidade, o Instituto Futuro da UFPE, neste mês da consciência negra, considera muito importante discutirmos a questão da injustiça social, da desigualdade racial a partir de um grande pensador, assim reconhecido no mundo todo, o grande pensador martinicano, psiquiatra, ensaísta e ativista político, Frantz Fanon.

Muitos estudos demonstram que o Brasil se nega a considerar os profundos abismos sociais que a Escravidão provocou, as profundas injustiças sociais que se perpetuaram desde então, desde antes da “abolição da escravatura” e continuando até os dias de hoje.

Diferente de outras regiões do mundo que estabeleceram leis de apartheid de diversos tipos, a sociedade brasileira foi especialmente hipócrita e cruel: a Constituição de 1824 não mencionava a palavra “escravo” ou “escravidão”, ignorando, de propósito, uma grande parcela da população do Pais, por um lado, mas por outro lado, proibindo crianças negras de irem às escolas. Houve uma lei que previa pena de morte apenas para escravizados, em 1835; também era proibido de professar as religiosidades de origem africana, enquadradas como magia negra e outros tantos adjetivos .

A determinação de que “todos são iguais perante a Lei” apenas deixou mais vulnerável a camada da população mais ignorada e desassistida, ao ser entendida como se vivesse em iguais condições de vida. Outras tantas leis, foram sendo aplicadas, no processo da historia social deste país que só aprofundaram as desigualdades, aumentou o sentimento de injustiça, deseducou as pessoas desde tenra idade, ao negar-lhe esse conhecimento, essa consciência. Agora, tantos séculos de injustiça passados, começamos a conhecer movimentos estruturados contra todo esse percurso de vergonha humana e eles precisam crescer. Vemos com alegria a UFPE inaugurar no dia 20 deste mês de novembro, seu .Núcleo de Politicas de Educação das Relações Étnico-raciais e ter, desde 2017, um Instituto de Estudos de África.

Nesses dias de Novembro, mês da consciência negra, em que devemos reforçar a necessidade de que o País consiga, num futuro bem próximo – evitar que o racismo siga injustiçando a maioria do povo brasileiro, convidamos todos a participar conosco desse momento de reflexão sobre um pensador que pautou sua vida na luta contra a divisão do mundo em opressores e oprimidos; na luta contra o condicionamento do negro pelo branco, contra a desumanização dos povos indígenas, e que escreveu livros fundamentais sobre o racismo. Também, para discutirmos a sobre a importância de a UFPE ter uma Cátedra com o nome Frantz Fanon. Uma luta que está em curso já a mais de um ano, encabeçada pelo professor Alexsandro de Jesus, do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE, uma cátedra que precisa ser reconhecida e um pensador que precisa ser estudado desde dentro da UFPE, e fazê-lo ecoar na Sociedade.

É este grande pensador e ativista político que vamos discutir, no dia 25 de Novembro, na próxima quarta feira, às 16 horas, com a palestra do professor Alexsandro de Jesus e os comentários do professor Vico Melo, professor da UFPB.

Compareça, contribua!

O professor Alexsandro de Jesus Silva Doutor em Sociologia, professor associado do Departamento de Antropologia e Museologia e membro do Comitê de Ética em Pesquisa da UFPE;

O professor Vico Melo é bacharel em Relações Internacionais pela UFPB, mestre em Ciência Política pela UFPE e Doutor em Pós-Colonialismo e Cidadania Global pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC).

Para saber mais:

Livros de Frantz Fanon:

Os condenados da terra, 1961

Pele negra, Mascaras brancas, 1952

Alienação e Liberdade, 1952″.

Fonte: https://sites.ufpe.br/institutofuturo/2020/11/21/prospecta-ufpe-o-futuro-da-consciencia-negra-e-a-importancia-de-uma-catedra-frantz-fanon-na-ufpe/

Divulgando | Conferência com filósofo senegalês Souleymane Bachir Diagne

“A Aliança Francesa de Belo Horizonte convida o filósofo senegalês Souleymane Bachir Diagne para a conferência online “O pan-africanismo de ontem e amanhã para uma africanidade transatlântica”. O encontro é em francês, com tradução simultânea, e acontece no dia 20 de novembro, às 19h, no YouTube. A palestra faz parte das atividades do Mês da Consciência Negra.

Professor dos departamentos de filosofia e de francês da Columbia University (EUA) e produtor uma imensa obra sobre as tradições filosóficas e culturais da África e do mundo islâmico, Diagne vem trazendo discussões do tipo em vários países, promovendo o pensamento crítico.

O evento é uma realização da Aliança Francesa de Belo Horizonte junto com a Embaixada da França no Brasil e da Federação Brasileira dos Professores de Francês.

Sobre o palestrante

Nascido em Saint-Louis, Senegal, em 1955, Souleymane Bachir Diagne é professor de filosofia na Columbia University em Nova York desde 2008, onde dirige o Institute of African Studies. Formado em filosofia e matemática (formação na École Normale Supérieure na rue d’Ulm e na Universidade de Paris IV-Sorbonne em Paris), é considerado um dos maiores pensadores africanos contemporâneos.

Em 2004, a revista Le Nouvel Observateur selecionou-o entre os “25 grandes pensadores de todo o mundo” e a revista Jeune Afrique em 2007 entre as “100 personalidades que fazem a África”.

Antes de Nova York, ele ensinou filosofia por vinte anos na Cheikh Anta Diop University em Dakar, Senegal, e depois por oito anos na Northwestern University em Chicago. Sua pesquisa e ensino se concentram na história da lógica matemática, na história da filosofia, na filosofia do Islã e nas religiões, tradução, teorias pós-coloniais, bem como questões de literatura e filosofia em África.

O seu livro “BERGSON POS COLONIAL: O ELA VITAL NO PENSAMENTO LEOPOLD SEDAR SENGHOR E MUHAMMAD IQBAL” esta traduzido para o português e publicado pela editora Cultura e Barbárie. Este livro foi coroado em 2011 na França com o Prêmio Dagnan-Bouveret da Academia de Ciências Morais e Políticas, ano em que também obteve o Prêmio Edouard Glissant da Universidade de Paris VIII por toda sua obra.

Ele é membro associado da Royal Academy of Belgium e da American Academy of Arts and Sciences.”

Fonte: https://aliancafrancesabh.com.br/events/conferencia-com-filosofo-senegales-souleymane-bachir-diagne/

Chamada para artigos | Dossiê – A outra história: por uma narração alternativa das lutas de libertação nos PALOP | Revista Tempo e Argumento

Revista Tempo e Argumento (UDESC)

Dossiê: A outra história: por uma narração alternativa das lutas de libertação nos PALOP

Submissões até 31 de maio de 2021.

Volvidos cerca de 45 anos da obtenção das suas independências, os Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) estão sendo atravessados por uma vaga de revisionismo historiográfico que abre novas chaves de leitura sobre o período crucial das lutas pelas independências levadas a cabo em Guiné-Bissau e Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Angola, assim como sobre o processo de descolonização por parte do governo português liderado pelo General Spínola e depois pelo General Costa Gomes, imediatamente depois do 25 de Abril de 1974. Uma tal tentativa de releitura do recente passado está ocorrendo apesar de enormes dificuldades, derivantes basicamente de um clima político não favorável a tais iniciativas, pelo menos naqueles países dos PALOP cujo nível de democracia real continua baixo e em que nunca houve alternância de governo, entre os quais os dois maiores, Angola e Moçambique.

No caso dos PALOP, o lema de que “a história é escrita pelos vencedores” representa uma realidade concreta, que moldou toda a historiografia oficial, principalmente graças ao fato de que todos esses países passaram por uma experiência de adesão ao marxismo-leninismo, com regimes a partido único, que adotaram uma versão da história linear, apologista e unilateral, desconsiderando complexas dinâmicas internas aos movimentos de libertação, que ficaram assim quase que completamente negligenciadas.

Pelo contrário, em todos os PALOP existe uma “outra história”, que inicia de uma necessária reconsideração do processo de descolonização levado a cabo pelo governo português de Salvação Nacional, e termina com possíveis opções políticas “alternativas” que entretanto foram apagadas – por vezes, como no caso de Moçambique, de forma extremamente violenta – e que, apesar da introdução, na década de 1990, do multipartidarismo, da liberdade de expressão e de imprensa, até hoje continuam amplamente ocultadas e incapazes de competir com a historiografia oficial e suas versões de frequente “míticas” e construídas a partir de fontes duvidosas.

Por isso julgámos que tenha chegado a hora de repensar na fundação e na evolução das independências dos PALOP, usando fontes alternativas, quer orais, quer documentais, hoje em parte disponíveis, abrindo assim um debate historiográfico sério e desprovido do pendor político e ideológico que o tem caraterizado até hoje. O período que o dossiê considera mais crucial é o das lutas de libertação, assim como dos primeiros anos das experiências socialistas dos PALOP, em que se construiu a historiografia oficial e em que os regimes socialistas expressaram a sua face mais dura.

O presente dossiê tenciona portanto refletir sobre o pós-colonial nos PALOP, convidando os autores a propor artigos sobre assuntos inovadores e desafiadores, tais como, a mero título de exemplo:

  1. A descolonização portuguesa e seus impactos nos movimentos de libertação, com um foco especial nas dinâmicas internas a tais movimentos;
  2. A revisão do “mito fundador” que os vários PALOP criaram e difundiram, tornando-se história oficial, mas sem o uso de fontes fidedignas;
  3. A revisão da componente militar da luta pela independência e a importância que esta teve no resultado final;
  4. A relação entre adesão ao marxismo-leninismo e direitos humanos, principalmente no que diz respeito aos direitos políticos dos opositores;
  5. A revisão de figuras que a historiografia oficial tem classificado de “reacionárias” e “antipatrióticas”, mas que hoje estão merecendo uma abordagem mais crítica e uma reinserção na história dos vários PALOP;
  6. As datas, os símbolos, os heróis da história oficial diante a sua revisão crítica na construção da identidade nacional;
  7. Os processos de exclusão de grupos étnico-linguísticos ao longo do processo de lutas pela independência nacional e da formação do Estado-nação;
  8. A questão das fontes usadas pela historiografia oficial e seu questionamento;

A comparação entre os vários PALOP no que toca à experiência da luta de libertação nacional.

Organizadores:

Luca Bussotti (UFPE e CEI ISCTE-IUL)

Marc Jaquinet (Universidade Aberta de Lisboa)

Divulgando | Pierre Fatumbi Verger por Rubens Ricupero – Exposição “Todos Iguais, Todos Diferentes?”

No dia 31 de agosto de 2019, data da inauguração da exposição Todos Iguais, todos diferentes? que aconteceu no MIS de São Paulo, os visitantes e convidados presentes tiveram a oportunidade de assistir a fantástica palestra de Rubens Ricupero à respeito da história da escravidão, da política cultural do Brasil nos anos 1970 e da vida e obra de Pierre Verger. Para divulgar essa palestra magistral, a Fundação Pierre Verger junto com o MIS decidiu disponibilizá-la na integra no seu canal youtube.

Rubens Ricupero, que já foi diplomata, embaixador do Brasil, diretor da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e ministro da Fazenda, levou ao público uma enorme bagagem de conhecimentos e informações adquiridos ao longo dos anos da sua vida pública e de convivência com o seu amigo Pierre Fatumbi Verger, apresentando para o público uma aula sensacional na qual revelou importantes fases da vida de Verger, contextualizando-as com momentos históricos no Brasil e no Mundo.

Ricupero iniciou sua apresentação revelando duas angústias de Verger ao final da sua vida: a preocupação com os mais de 60 mil negativos e de não poder terminar a edição do livro Ewé. Contou como o conheceu, há 46 anos, quando exercia o cargo de Chefe de Divisão de Difusão Cultural do Itamarati, no auge do período mais tenebroso da Ditadura Militar. Relatou que o clima não era favorável, especialmente para as culturas africanas e afro-brasileiras, pois havia uma desconfiança profunda em relação a esse tema e que o Brasil não tinha sensibilidade para entender a diáspora africana. Então, falar dessa cultura em plano público estimularia a divisão do país e a criação de um movimento negro inspirado no que acontecia nos Estados Unidos, o que poderia fragmentar a sociedade brasileira e, por isso, havia uma atitude de desconfiança e de hostilidade aos temas trabalhados por Verger.

Para Ricupero, é quase um autêntico milagre que nessa atmosfera tenha se dado o renascimento do interesse pela África, e Verger teve um papel fundamental e extraordinário pois era um homem que passava de uma cultura à outra e trazia uma cultura para a outra. No fluxo e refluxo, Verger juntava as pessoas.
Tratou também da ligação de Verger com Roger Bastide, dos almoços com o antropólogo baiano Vivaldo da Costa Lima e da relação com Mãe Senhora, além de outros momentos interessantes como o encontro com uma comitiva de homens iorubás em missão no Brasil, quando percebeu a conexão entre Bahia e África nas saudações no Mercado Modelo e em encontro no Terreiro de Olga do Alaketu.
Ricupero confessa ainda que tudo que aprendeu sobre essas culturas deve a Verger e finaliza lendo trechos do verbete que ele escreveu para a ONU, no qual ele homenageia o amigo.

DIVULGANDO | XI COPENE – “NEGRAS ESCREVIVÊNCIAS, INTERSECCIONALIDADES E ENGENHOSIDADES”

Prezados e prezadas,  

O COPENE, nesta décima primeira edição, apresenta o tema: “NEGRAS ESCREVIVÊNCIAS, INTERSECCIONALIDADES E ENGENHOSIDADES”. O tema escrevivências busca dar destaque para as experiências coletivas dos corpos negros, especialmente das mulheres negras, como foco da dupla discriminação de raça e gênero; articula-se com a interseccionalidade que remete aos cruzamentos de hierarquizações de raça com outros eixos de desigualdade social, tais como gênero, identidade de gênero, sexualidade, classe, idade, deficiências, diferenças linguísticas; e com engenhosidades que remete a emergência da criatividade e resistências negras para lidar com as ambiguidades do contexto atual, de recrudescimento de políticas públicas e políticas identitárias ao mesmo tempo em que alguns frutos de ações afirmativas se manifestam. A Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as – ABPN e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) no papel de instituições organizadoras desta edição do COPENE vem por meio desta realizar chamada aberta a especialistas, mestres e doutores com produção acadêmica concernentes às áreas priorizadas nos eixos temáticos a seguir:

  1. Afrocentricidade: contribuições para pesquisas e práticas sociais no Brasil.
  2. Alvos negros: guerra às drogas, encarceramento e juvenicídio.
  3. Currículo y diáspora africana em América Latina y el Caribe. Experienciais, alcances y desafios.
  4. Filosofia africano-brasileira: diálogos filosóficos entre o Atlântico e o Índico. 
  5. Intolerância Religiosa e Racismo Religioso no Brasil: desafios epistemológicos.
  6.  Literatura, Língua e Artes: Linguagens d’Áfricas e suas diásporas Memórias e Histórias de Bairros Negros e Populações Negras no Século XX. 
  7. Nós por nós – Matriarcado Afreekana Narrativas Cruzadas Negros ao Brasil.
  8. Professoras doutoras negras e suas práticas de insurgências nos espaços acadêmicos. 
  9. Relações étnico-Raciais: espaço escolar e não escolar na efetivação da luta antirracista.
  10. Vozes Apagadas: (R) Existências de Travestis e Mulheres Transexuais Negras no Brasil.

Informação importante: 

 Começa dia primeiro (1°) de setembro (09) de 2020 e vai até o dia seis (06) de novembro (11) de 2020 o recebimento de capítulos para publicação especial do XI COPENE.  

Se atente ao cronograma: 

01 de set. 2020 – Início do recebimento de capítulo para publicação especial. Inscrição realizada exclusivamente via site: https://www.copene2020.abpn.org.br/site/capa

Formato do artigo: Seguir orientações do Template.

06 de nov. 2020 – Término do recebimento de capítulo para publicação especial 

14 de dez. 2020- Avaliação das/os coordenadoras/es 

10 de jan. 2020- Confecção do ebook pela editora 

Março – 2021- Impressão  

Maio- 2021- Divulgação no evento presencial do XI COPENE 

Qualquer dúvida, por favor, contate-nos – xicopene2020@gmail.com

Divulgando | XXI Fábrica de Ideias – Pandemias & Utopias

Estão abertas as inscrições para a XXI edição da Escola Doutoral Fábrica de Ideias, que será realizada com abrangência global, de forma inteiramente virtual, em duas jornadas (dezembro de 2020 e maio de 2021), com o tema Pandemias & Utopias: agendas políticas e possibilidades emergentes.
Público-alvo: estudantes de doutorado, ou, excepcionalmente, de mestrado, com projetos de pesquisa que dialoguem com o tema desta edição, de qualquer parte do mundo
Maiores informações: https://fabricadeideias.info/Consulte aqui o edital completo da seleção internacional.Contato: fabricadeideias@ufma.br

Divulgando | III Encontro da Rede Brasileira de Estudos da China

“Temos a honra de anunciar o III Encontro da Rede Brasileira de Estudos da China com o tema “O Sul Global no contexto da Disputa Hegemônica China-EUA“. O evento ocorrerá nos dias 14, 15 e 16 de outubro de 2020 e está sendo realizado pelo Instituto de Estudos da Ásia da Universidade Federal de Pernambuco (IEASIA/UFPE).

A RBChina começou a se articular em novembro de 2017, e consolidou uma rede com mais de 200 pessoas dentre acadêmicos(as), diplomatas, advogados(as), jornalistas, artistas, empresários(as) e estudantes, espalhados(as) pelos diversos estados brasileiros e em outros países. É uma rede em processo de ampliação, que tende a ser um importante fórum nacional dedicado à China. Já foram realizados dois encontros nacionais, o primeiro em 2018, na cidade de Belo Horizonte, e o segundo em Campinas, no ano seguinte. Em 2018, o evento teve o apoio da Embaixada da China no Brasil e da Associação de Amizade do Povo da China com os Países Estrangeiros, que organizaram a vinda ao Brasil de acadêmicos chineses. Em 2019, o Encontro contou com a participação de pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS) através do Centro CASS – Unicamp de Estudos sobre a China.

Em 2020, o Encontro Nacional da RBChina ocorreria de maneira presencial na cidade de Recife, porém, devido à pandemia de Covid-19, será realizado no formato virtual. Além de acadêmicos(as) das principais universidades brasileiras, também participarão do encontro pesquisadores(as) da China Foreign Affairs University, Shanghai Jiao Tong University e do Shanghai Institute for Foreign Policy Studies.

O evento será completamente online e gratuito, composto por palestras e debates com convidados(as) de vários estados do Brasil e universidades chinesas. A programação completa e outras informações sobre a transmissão do encontro serão divulgadas em breve”.

As inscrições podem ser feitas através do link https://bit.ly/3bX1QML.

Para dúvidas e maiores informações, podem nos contactar pelo e-mail

Instituto de Estudos da Ásia
Institute of Asian Studies

Blog: Instituto de Estudos Sobre a Ásia
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Biblioteca Central Térreo

Av. Reitores – Cidade Universitária, Recife/PE – 50741-000, Brazil

Divulgando | 20 anos do Doutorado em Antropologia da UFPE/PPGA/DAM

“O Programa de Estudos Avançados de Cultura Contemporânea, sediado no PPGA do Departamento de Antropologia e Museologia (DAM/UFPE), em consonância com os objetivos e metas da UFPE, vem realizando e ofertando aos nossos estudantes de graduação e pós-graduação aulas, cursos, palestras e outras atividades pedagógicas online, através de nosso EADAM (educação a distância do DAM). Contamos ainda com um Atelier Multimeios voltado para o desenvolvimento de tecnologias digitais, produção audiovisual e cursos online.

Confira nossa programação: www.observamus.com.br/


Para celebrar os 20 ANOS DO DOUTORADO EM ANTROPOLOGIA DA UFPE, o Programa de Estudos Avançados de Cultura Contemporâneada(UFPE) promoverá uma série de eventos. O primeiro deles será o Seminário “Revisitando narrativas: 20 anos de doutorado no PPGA”, organizado pelo HISTAS, nos dias 29 e 30 de setembro (terça e quarta), das 9 às 12, transmitido através da plataforma do EAD/DAM. Brevemente será divulgada a programação completa, Incluindo também nossos cursos de verão”.

Cadastre-se no link:

www.humanidadesdigitais.com.br

Divulgando | I Encontro do Grupo de Estudos Afrika’70: 60 anos da Independência da Nigéria em perspectiva

O I Primeiro Encontro do Grupo de Estudos Afrika’70 será realizado entre os dias 02 e 16 de outubro de 2020, perfazendo uma carga horária total de 14 horas e com certificação. O nosso público alvo são estudantes e professores de história e de áreas afins. O evento tem o objetivo de promover, através das plataformas virtuais, encontros e discussões entre pesquisadores, professores, estudantes e artistas promovendo reflexões acerca de aspectos da história contemporânea da Nigéria.

I Encontro do Grupo de Estudos Afrika’70:

60 anos da Independência da Nigéria em perspectiva

Realização:

Afrika’70 – Grupo de Estudos em História da África Contemporânea/UFPE

Curso de Licenciatura em História /UFPE

Colaboração:

Instituto de Estudos da África/ UFPE

Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros/ UFPE

Objetivo: Promover, através de plataforma virtual, encontro e discussão entre pesquisadores, professores, estudantes e artistas para refletir acerca de aspectos da história contemporânea da Nigéria.

Público alvo: Estudantes e professores de História e áreas afins.

Data: entre 02 e 16 de outubro de 2020.

Período para inscrição: entre 21 e 30 de setembro de 2020.

Formulário para inscrições a ser disponibilizado no perfil do instagram @projetoafrika70 

Carga horária total: 14h

Com certificação

Coordenação: Dra. Luiza Reis

Monitoria: Clayton Márcio Rodrigues e Ingrid Santos