Divulgando: I Seminário de Avaliação da Implantação das Comissões de Validação da Auto-declaração das cotas Étnicorraciais

Programação Seminário de Avaliação da Implantação das Comissões de Validação da Autodeclaração das cotas Étnico-raciais-1

Programação Seminário de Avaliação da Implantação das Comissões de Validação da Autodeclaração das cotas Étnico-raciais

Chamada pública: Curtas-metragens – II Seminário de Pesquisadoras/es do IEAf-UFPE: “Democracia, Direitos Humanos e Cultura: em África e no Brasil”

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Faixa - II Seminário Brasil Africa - 320 x 100-1.pngO  Instituto de Estudos da África IEAf-UFPE abre chamada pública de curtas-metragens para compor a programação do II Seminário de Pesquisadoras e Pesquisadores do IEAf-UFPE: “Democracia, Direitos Humanos e Cultura: em África e no Brasil”. Pretendemos exibir filmes produzidos por estudantes de todas as áreas, que tenham seus temas relacionados ao título do Seminário.

O prazo para envio do curta é de 28 de agosto à 4 de setembro de 2019. A divulgação ocorrerá na página do evento no dia 11 de setembro e diretamente com os selecionados. A exibição está programada para o encerramento do evento, no dia 18 de setembro de 2019.

Todo curta-metragem exibido na programação do Seminário será certificado pela PROExC-UFPE.

Os filmes devem ter duração máxima de 30 min (com créditos) e precisam ser submetidos ao seguinte formulário de inscrição: https://docs.google.com/forms/d/1QAtWNMVXpOHw1e-scBnHrSXUDPOD2JkyKisT3UAaRpE/edit

Dúvidas:  ieafricaufpe@gmail.com

Trabalhos selecionados para os GT’s no nosso primeiro seminário de pesquisadoras e pesquisadores

 

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Buscando situar as pesquisadoras e pesquisadores que pretendem submeter resumos a serem apresentados no nosso II Seminário, segue a lista dos trabalhos selecionados na primeira edição do evento:

 

GT Arte, Cultura e Literatura

Baixar ou levantar a voz, uma exploração audiovisual da Isicathamiya – Alex Vailati

Representações literárias de mulheres em Paulina Chiziane – Aline Adelaide Alves

A experiência urbana pós-colonial no cinema de Souleymane Cissé – Cesar de Siqueira Castanha

As dualidades em O Sétimo Juramento: uma tentativa de análise – Dayane Silva Nascimento

História e imaginário angolano no poema Ombela de Manuel Rui – Elton Bruno Soares de Siqueira

A Dança dos Orixás como força motriz no corpo do ator – Maria Bianca Silva Dos Santos

O individual e o coletivo em Um grão de trigo: releitura do passado com vistas ao futuro – Maria Carolina Morais

Cinco balas contra a América (2008) e o riso engatilhado na narrativa juvenil de Jorge Araújo – Mariana Andrade Gomes

Por uma existência ética e estética: as obras Quarto de Despejo e o Hibisco Roxo enquanto ferramentas de autoformação e resistência – Raul Vinícius Araújo Lima

“O homem que salvou o funk africano”: uma cyberetnografia sobre representações de África em discos de músicas africanas – Renato de Lyra Lemos

Poética do Escombro ou Nação, Diáspora e Colonialismo – lendo O Mundo se Desmorona, A Paz Dura Pouco e A Flecha de Deus de Chinua Achebe – Roclaudelo Nanque

Entre a colonialidade do poder e do saber: crítica e pertinência da literatura hispano-africana – Rogério Mendes

 

GT Gênero e Questões Raciais

O intelectual orgânico na figura de Joyce Fernandes e a potência social da página ‘eu, empregada doméstica’ – Carla Sellan da Silva 

A construção da invisibilidade da mulher negra brasileira: uma análise sobre as experiências vividas – Edméa Renata de Abreu Lima

Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada: circunstâncias para o empoderamento crespo – Felipe Barbosa dos Santos, Edson de Oliveira Silva, Leonardo Luiz do Egito Santos, Murilo Pedro da Silva e Júlio César de Almeida Cavalcanti Souza

O Currículo Numa Perspectiva Intercultural: Um Olhar Para a Pluralidade da Nossa Sociedade – Gilvânia Gomes de Moura

Feminismo branco x feminismo negro: a(s) interseccionalidade(s) no movimento das mulheres – Isabella Nara Costa Alves, Eunice Pereira da Silva e Paula Polini Nascimento Santos 

A bicha preta na cena – Joeb Andrade

O Racismo como determinante de saúde – José Emanuel Sebastião da Silva Pereira

Articulações juventude/raça e seus impactos na vivência de desigualdades na região de Suape – Keise Barbosa da Silva e Jaileila de Araújo Menezes

Raça e violência obstétrica no Brasil – Kelly Diogo de Lima,Rafael da Silveira Moreira e Camila Pimentel

“A menina dos olhos de Oyá”: o sagrado feminino na obra de Maria Bethânia – Kywza Joanna Fideles Pereira dos Santos

Gênero e Saúde da População Negra no Recôncavo da Bahia – Márcia da Silva Clemente e Valéria Noronha dos Santos Miranda

Estratégias afirmativas dos direitos à saúde sexual e reprodutiva da multidão trans: análises críticas às políticas do corpo no Facebook da ABGLT (Brasil) e da Lambda (Moçambique) – Paulo Fernando Mafra de Souza Júnior

A performance das representações raciais e da beleza no concurso da rainha do carnaval multicultural do Recife – Rosália Cristina Andrade Silva

 

GT História da África e Educação nas Relações Etnicorraciais

Superando a distorção histórica: as contribuições da história da África para a afirmação da negritude da mulher negra brasileira – Cintia Lizandre Santos de Souza e Valdenice José Raimundo

O ensino de história e cultura afro-brasileira e o projeto de lei da escola sem partido – conhecimento e impasse de professores formadores – Cleonildo Mota Gomes Júnior e Maria do Carmo Barbosa de Melo 

Mitologia africana na prática intercultural: formação docente em geografia – Eduardo Oliveira Miranda

História da África em Manuais do Professor de Livros Didáticos de História do Ensino Médio – Elisângela Coêlho da Silva

A educação das práticas tradicionais: uma análise sobre a comunidade xambá – Emerson Raimundo do Nascimento

Construção da identidade: Modelagem do barro como atividade artística em sala de aula – Eunice Pereira da Silva e Vivian Evelyn de Oliveira Silva

Pernambuco e Angola: aproximação histórica para um ensino regionalizado – Leandro Nascimento de Souza

Racismo e saúde mental da população negra no Brasil – Leandro Ribeiro Azevedo

Falashas: população, tradição e judaísmo na Etiópia – Luiz Henrique Rodrigues Paiva 

O uso da literatura africana como promotora das relações etnicorraciais em sala de aula – Maria Cleusa Rodrigues da Silva e Rosely Bezerra da Silva

Candomblé e perseguição no século XXI: o terceiro chicote – Marina Claudino de Oliveira Dias

As aulas de língua portuguesa e a lei 10.639/03 – Odailta Alves da Silva

Mídias e preconceitos raciais – Rosalvo Ivarra Ortiz, Ane Caroline dos Santos e Lourenço Mamedes Rodrigues

História da África e Educação nas Relações Etnicorracias – Samuel do Nascimento Pereira

A África na escola: a implementação da lei 10.639/2003 na Escola Liceu de Artes e Ofícios – Valdenice José Raimundo e Silvana Silva Nascimento

A política abolicionista de Joaquim Nabuco (1878-88) – Wedja Maria da Conceição Santos

 

GT Processos Políticos e Políticas Públicas

Megaprojetos, subimperialismo e dependência – uma análise a partir do ProSAVANA – Luana de Andrade Coêlho

Capitalismo, prostituição e vulnerabilidade ao HIV/AIDS: o impacto dos Megaprojetos de desenvolvimento em Moçambique – Nicoli Viegas Coelho da Silva 

“Direitos humanos e desenvolvimento na relação Brasil -África” – A violação contra os direitos humanos das comunidades rurais no processo de implementação do ProSAVANA e a resistência da sociedade civil organizada moçambicana – Ana Caroline Neves Nascimento 

Exploração dos recursos naturais e expropriação das comunidades locais: análise do Complexo de Suape e do ProSavana – Rebeca Gomes de Oliveira Silva

Imigrantes africanos e o acesso às políticas públicas no Brasil –  Hachely Mikaely Silva de Moura e Juliana Ferreira da Silva 

Nova Lei de Migração e a Comunidade Senegalesa em Pernambuco – Josuel Mariano da Silva Hebenbrock 

As geopolíticas e o mapeamento de uma paisagem de “emergências” na África Oriental: reflexões a partir do campo de refugiados de Dadaab no Quênia – Daniela Florêncio da Silva

Trocas culturais na diáspora negra: a música como militância no MNU-PE (1970-2000) –  Isabella Puente de Andrade

Diálogos entre África e América Latina: da noção de “situação colonial” à categoria de “colonialismo interno” –  Diogo Valença de Azevedo Costa

Ciberativismo na África francófona: cidadania ou civismo? –  Serge Katembera Rhukuzage

A reforma do estado em Cabo Verde:  globalização e políticas públicas – João Francisco Soares Rosa

Relações bilaterais Brasil–Nigéria: coeficiente religioso do candomblé – Wesley Felipe da Silva Siqueira

Prazo para submissão de resumo de trabalho segue até próxima sexta-feira (23/08/2019) – II Seminário de Pesquisadoras e Pesquisadores do Instituto de Estudos da África IEAf-UFPE

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Estão abertas as inscrições para o II Seminário de Pesquisadoras e Pesquisadores do Instituto de Estudos da África IEAf-UFPE : Democracia, Direitos Humanos e Cultura: em África e no Brasil. O evento ocorrerá entre os dias 16 e 18 de setembro de 2019 nos auditórios da Biblioteca Central da UFPE – Campus Recife.

Lembrando que o prazo para envio de resumo de trabalho para GT é de 19 de julho a 23 de agosto de 2019.

https://ieafricaufpe.wixsite.com/seminarioieaf

Chamada Artigos – Periódico Feminista “SOLIDÃO”: PRODUÇÃO DO PENSAMENTO FEMINISTA NEGRO NO BRASIL

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CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS
– WSQ Outono de 2020.
– de Estudos Trimestrais sobre as Mulheres.
– Periódico Feminista.

Editoras Convidadas:
– Tanya Saunders, Universidade da Flórida;
– Luciane Ramos-Silva, O Menelick2Ato & Acervo África
– Soanirina Ohmer, Faculdades Lehman, Universidade da Cidade de Nova Iorque
– Giselle dos Anjos Santos,Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as; Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades & Universidade de São Paulo

– “SOLIDÃO”: PRODUÇÃO DO PENSAMENTO FEMINISTA NEGRO NO BRASIL.

PRAZO PARA SUBMISSÃO: 05 de SETEMBRO de 2019.

O campo de estudos do feminismo negro está crescendo ampla e significativamente nos últimos anos no Brasil. Desde feministas negras como Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento, entre outras, é enfatizada a relevância da interação entre gênero, raça e classe, enquanto elementos centrais para a compreensão da sociedade brasileira. Por exemplo, em “Enegrecer o Feminismo”, Sueli Carneiro aponta que o campo de estudos e as lutas feministas postularam a ideia hegemônica sobre a categoria Mulher, associada à vivência feminina branca, em detrimento ao conhecimento, experiências e a história das mulheres negras.

Uma das discussões levantadas por essa produção é o tema da solidão. Em “Virou Regra?” (2011) e “Mulher Negra: Afetividade e Solidão” (2013), Claudete Alves e Ana Cláudia Lemos Pacheco perguntam: “Como a raça, gênero e outros marcadores sociais impactam as escolhas afetivas das mulheres negras?” Alves e Pacheco engajam a solidão (em inglês, loneliness) como ponto crucial das demandas sociais e expectativas das mulheres negras, num contexto global de hipercapitalismo e hiperssexualização, onde no Brasil as mulheres pretas e pardas são mantidas fora do “mercado afetivo” e naturalizadas no “mercado sexualizado” como corpos erotizados, subordinados (trabalhadoras domésticas) e, em contrapartida, as mulheres brancas são assimiladas na cultura afetiva de heterossexualidade respeitável.

Moldado a partir de diversas teorias e experiências de mulheres negras brasileiras, Solidão descreve o isolamento compartilhado como um fenômeno relacional afetivo com significados tão múltiplos quanto o número de mulheres negras. A solidão é inerente às experiências de mulheres negras brasileiras considerando os vetores históricos, sociais e raciais que atravessam essas experiências. É um conceito oriundo dos estudos de gênero produzidos por feministas negras brasileiras que não têm um equivalente no idioma inglês e na produção feminista norte-americana. Ainda assim, o sentimento e a experiência, se traduzem. Como a arte é uma expressão da vida, a solidão ressoa nas artes criativas e performáticas assim como na experiência vivida por este grupo.

Desta forma, questionamos, como você lê/experimenta/aborda a solidão? Esta edição da WSQ convida a teoria crítica interseccional de acadêmicas-ativistas e artivistas a confrontar os sistemas de opressão, desafiando a ideia de universalismo e a crença limitada de que a humanidade é branca, masculina, heterossexual, saudável, magra, norte-americana, classe média e cristã (AKOTIRENE, 2017). Neste sentido, desejamos evidenciar como está sendo desenvolvida a teoria interseccional, enquanto uma produção de conhecimento afro-atlântica e afro-diaspórica fora dos Estados Unidos, no contexto do Sul e, mais especificamente, entre as brasileiras.

Ao mesmo tempo em que reconhecemos as raízes históricas e o significado social / racial da solidão, convidamos submissões que levem em conta como a solidão é vivenciada de maneira diferente, baseada em subjetividades diferenciais e semelhanças comunais. Por exemplo, uma vez que a solidão pode implicar em uma experiência afetiva central para a formação da subjetividade interseccional, como podemos engajar a solidão de mulheres negras e da comunidade negra LGBTQ+ no protagonismo de sua história e da produção de seu conhecimento?

Encorajamos o engajamento de feministas e queers negras brasileiras de diversos espaços de inserção e múltiplas camadas que ainda não foram traduzidas para o inglês, para expor os conceitos, linguagens, teorizações e ativismo desenvolvidos em seu cenário, como um ato de solidariedade transnacional com outras mulheres africanas, afro-atlânticas e queers; para reconquistar e recuperar as teorias negras embranquecidas na tradução para o inglês. Nós vamos considerar os trabalhos com perspectivas transnacionais entre a produção feminista negra e/ou queer com produções teóricas sobre política de racialização e afetividade que circularam por meio de línguas e fronteiras geopolíticas entre os séculos XVI e XXI.

Nós convidamos para a publicação de contribuições focadas e desenvolvidas a partir do ponto de vista das mulheres negras, considerando múltiplos enfoques (não apenas sobre o tema da solidão). Listamos alguns tópicos desejados, mas salientamos que esta lista não é exaustiva:

● Feminismo negro;

● Lésbicas negras (sapatões, butch e outras dissidências sexuais);

● Transfeminismos negros;

● Mulheres quilombolas;

●Interseccionalidades (na diáspora africana e comunidades indígenas; interseccionalidade na performance, literatura, artes plásticas, música, cinema, etc.);

● Pedagogias afro-feministas, descentralizadoras da lógica do branqueamento e da heteronormatividade;

● Construção da subjetividade dos/das sujeitos/as racializados/das;

● Teoria feminista negra e a política de tradução;

● Mulheres negras e intimidade;

● Solidão como resistência e/ou como busca de felicidade (por exemplo, mulheres negras e autocuidado);

● Representação versus invisibilidade;

● A intersecção do racismo e da opressão de gênero no local de trabalho/local de estudos (Mulheres negras e LGBTQ +);

● Solidariedade compartilhada e solidariedades transnacionais;

● Histórias e mitos de mulheres negras pioneiras (Dandara, Aqualtune, Nanny, Ezili Je Wouj);

● América Latina, Caribe e África como espaços geopolíticos racializados e de gênero;

● Abordagens interseccionais às religiões de matriz africana e/ou afro-atlântica;

● Afeto e formação da/do sujeita/o racializada/o (por exemplo, afeto negro queer);

● Crítica de mulheres negras com deficiência em relação à solidão;

● Genealogias da teoria das mulheres de cor;

● Teoria do afeto e mulheres de cor;

● Os mundos internos das mulheres negras (ou seja, afetivo, psíquico, neurológico, etc.).

As submissões podem ser em inglês, português e/ou espanhol. Consideraremos ensaios multilíngues e podemos aceitar ensaios em outros idiomas – consulte as editoras convidadas antes de enviar em um idioma diferente dos indicados acima. Os artigos acadêmicos e possíveis dúvidas devem ser enviados para as editoras convidadas: Tanya Saunders, Luciane Ramos-Silva, Sarah Soanirina Ohmer e Giselle dos Anjos Santos, no seguinte e-mail: wsqsolidao@gmail.com.

Divulgando: I Seminário de Patrimônio e História da África/Brasil na Fundaj

68252119_744081066046182_5759269462800859136_nNessa quinta-feira  (15/08) teremos na Fundaj Derby a presença de Tania Tribe (University of London), Bartira Ferraz (UFPE) , Fernando Guerra (UFPE), Cláudia Oliveira (UFPE) e Marcos Albuquerque (UFPE), durante o I Seminário de patrimônio e História da África/Brasil na Fundaj. O evento integra a XII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e a III Jornada de Arqueologia do Litoral Norte de PE organizado pela UFPE.

Segue a programação do evento:

8h30 – Mesa de abertura.  | Coordenação. Dra. Cible Barbosa – Fundação Joaquim Nabuco Arqueologia e Patrimônio Cultural na Etiópia: estudo de caso | Palestrante: Dra. Tania Tribe – SOAS – University of London

9h10 – A Presença de Negros e Pardos nas Artes e nos Ofícios, nas Vilas e Engenhos | Palestrante: Dr. Fernando Guerra – Departamento de Arqueologia -UFPE

09h50 Arqueologia e História da Sesmaria Jaguaribe: A ocupação portuguesa e o Engenho Jaguaribe no Litoral Norte de Pernambuco | Palestrante: Dra. Cláudia Oliveira – Departamento de Arqueologia -UFPE

10h30- Afro e Indígenas na pintura de Frans Post | Palestrante: Dra Bartira Ferraz-Departamento de História-UFPE

11h 10: Fortificações Brasileiras Candidatas a Patrimônio Mundial da UNESCO | Palestrante: Dr. Marcos Albuquerque – Departamento de História-UFPE